Sou Sara Matos,

trabalho como psicóloga clínica atendendo clientes em todo o Brasil. Meu trabalho se divide em terapia on-line adulto na abordagem junguiana e atendimentos voltados para a relação de uma pessoa com seu dinheiro.

MINHA HISTÓRIA

O começo de uma transformação.

Em 2011, chego em São Paulo transferida pela empresa que trabalhava. Conheci pessoas diferentes e uma nova cidade, mas à medida que o tempo passava os mesmos conflitos aconteciam, as mesmas situações, dívidas e compras compulsivas. Se tudo estava diferente, porque eu vivia as mesmas questões?

Voltei a fazer terapia e vi concretamente que lidar com minhas emoções me deu estrutura interna para lidar com minhas finanças. Aos poucos, emoções mais reguladas se transformaram em relações duradouras, e também em uma vida financeira ajustada.

UM NOVO DESEJO

A coragem de mudar de direção.

Em 2013, um novo desejo surgiu: sair do corporativo e voltar a atender exclusivamente como psicóloga. O desafio de uma mudança de carreira é descobrir como deixar para trás o que não serve e abraçar o desconhecido. Estar em terapia me ajudou reconhecer meus padrões de relacionamento, inclusive com dinheiro, e assim consegui realizar o processo sem me perder de mim.

psicologia do dinheiro

Quando o dinheiro revela muito mais do que números.

Já estabelecida como psicóloga, compartilhei em redes sociais que minha planilha financeira estava em dia e isso me trazia paz. Um seguidor me pediu: “você pode falar sobre como as emoções interferem no dinheiro?” Dessa pergunta, surge uma palestra e o começo de um novo campo de estudos e trabalho.

A partir disso, estudei sobre traumas financeiros, psicologia do dinheiro, complexos inconscientes, e vi na prática clínica que o dinheiro amplifica conteúdos emocionais não reconhecidos ou negados dentro do ser humano, tornando mais instável a vida financeira ao longo do tempo. Fazer essa conexão dentro de terapia se mostrou, nos casos que trabalhei, um processo de amadurecimento interno e uma relação mais estável com o dinheiro.

O dinheiro não é neutro na vida humana.

Ele intermedia e é intermediado pelos nossos desejos, interesses e relações de poder. Foi no consultório que vi que ele expõe uma vida interior que não temos consciência da existência, mas vemos seus resultados.

A ansiedade financeira, endividamento, compras por impulso e outros comportamentos financeiros de risco vem acompanhados de sentimento de solidão, dificuldade de adaptação à diferentes fases de vida, sensação de não dar conta dos desafios, insegurança sobre quem se é, e outros conteúdos emocionais presentes em diferentes partes da vida.

Ficou claro nos atendimentos que, quando alguém se propõe a olhar com coragem para si, a vida como um todo encontra uma estabilidade mais concreta, inclusive a financeira. Não porque o dinheiro ou outro aspecto da vida mudou, mas a própria pessoa encontrou dentro de si clareza, discernimento e maturidade para lidar com essas partes de um jeito diferente.

MEU TRABALHO

Para que o processo funcione, meu trabalho se baseia em 3 pilares:

Maturidade emocional

Ninguém está quebrado, mas carrega imaturidades emocionais específicas. Quando você é ouvida por um profissional adequado, podem ser reconhecidas e fazer você tomar atitudes diferentes;

Coerência

Suas atitudes são os construtores da sua realidade. Se você pensa de um jeito e age de outro, em sessão vamos avaliar quais conteúdos internos (emoções, valores, crenças) estão na base dessas atitudes, para que uma mudança se processe.

Honestidade radical

Temos emoções, crenças, valores e pensamentos que negamos. E ao fazermos isso, nos tornamos reféns desses conteúdos. Em atendimento, quando, diante de um profissional que não fará juízo de valor, você é honesta sobre aquilo que nega, pode desenvolver mais resiliência.

chegou a hora

Olhe para a sua vida de um jeito diferente.

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