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	<title>Sara Matos &#8211; Sara Matos</title>
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	<title>Sara Matos &#8211; Sara Matos</title>
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	<item>
		<title>Sobre traumas financeiros&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sara Matos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Feb 2023 17:43:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[emoção]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Emocional Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Terapias]]></category>
		<category><![CDATA[Trauma financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Como terapeuta, tenho visto um aumento no número de pacientes que sofrem com um&#160;trauma financeiro. Este problema pode ter um impacto profundo na&#160;saúde mental e emocional&#160;das pessoas, causando&#160;ansiedade, vergonha e isolamento. É importante lembrar que o trauma financeiro é uma questão real e pode ser persistente e duradouro. Se você está lidando com um trauma&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Como terapeuta, tenho visto um aumento no número de pacientes que sofrem com um&nbsp;<strong>trauma financeiro</strong>. Este problema pode ter um impacto profundo na&nbsp;<strong>saúde mental e emocional</strong>&nbsp;das pessoas, causando&nbsp;<strong>ansiedade, vergonha e isolamento</strong>. É importante lembrar que o trauma financeiro é uma questão real e pode ser persistente e duradouro.</p>



<p>Se você está lidando com um trauma financeiro, saiba que não está sozinho e há ajuda disponível. Aqui estão algumas dicas e estratégias para lidar com este problema.</p>



<p>Em primeiro lugar, é importante reconhecer e enfrentar os sentimentos negativos associados ao trauma financeiro.&nbsp;<strong>Muitas pessoas sentem vergonha ou culpa em relação às questões financeiras, o que pode levar ao isolamento</strong>. A terapia pode ser uma boa opção para ajudar a processar e lidar com estes sentimentos.</p>



<p>Em segundo lugar, trabalhe em&nbsp;<strong>estratégias para lidar com o estresse financeiro</strong>. Aprender a gerenciar o orçamento e estabelecer metas financeiras realistas pode ajudar a restaurar a sensação de controle. Além disso, é importante aprender técnicas de relaxamento, como meditação ou ioga, para lidar com o estresse.</p>



<p>Procure<strong> soluções financeiras práticas</strong>, como orçamentos e planejamento financeiro. Estas estratégias podem ajudar a minimizar as preocupações financeiras e restaurar a sensação de estabilidade.</p>



<p>Finalmente, é importante lembrar que o&nbsp;<strong>trauma financeiro é algo que pode ser superado com o tempo e o apoio adequado</strong>. Mantenha uma atitude positiva e procure ajuda quando precisar. Seja através da terapia ou de recursos financeiros, há esperança para superar o trauma financeiro.</p>



<p>Em conclusão, o trauma financeiro é uma questão real e crescente que pode ter um impacto profundo na saúde mental e emocional das pessoas. No entanto, há soluções e recursos disponíveis para ajudar a lidar com este problema.</p>



<p><strong>Se você passou por uma situação estressante e sente que está lutando com um trauma financeiro, estou aqui para te ajudar.</strong></p>



<p>Juntos podemos traçar um caminho de saída possível e real para você.</p>
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		<title>O que o dinheiro não compra</title>
		<link>https://saramatos.com.br/2022/03/08/o-que-o-dinheiro-nao-compra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Sara Matos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Mar 2022 13:48:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Em uma palestra que dei para terapeutas, soltei uma frase para provocar os ouvintes dizendo: &#8220;dinheiro não é vital&#8221;. Claro que gerou alvoroço porque &#8220;como assim não é vital? e a comida? e a casa?&#8221;. Na minha visão, transformamos o dinheiro em algo que nossa vida depende porque achamos que o dinheiro pode e deve&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em uma palestra que dei para terapeutas, soltei uma frase para provocar os ouvintes dizendo: <em>&#8220;dinheiro não é vital&#8221;</em>. Claro que gerou alvoroço porque <em>&#8220;como assim não é vital? e a comida? e a casa?&#8221;</em>. Na minha visão, transformamos o dinheiro em algo que nossa vida depende porque achamos que o dinheiro pode e deve comprar tudo, inclusive nossa sobrevivência.</p>



<p>Mas não é esse olhar de dinheiro vital que quero trazer hoje. Minha provocação agora vai ter um caminho diferente. Das coisas que o dinheiro não compra, uma delas é a transformação, crescimento e amadurecimento pessoal.</p>



<p>Tenho clientes que me pagam muito bem por sessão e me dizem: <em>“Quero ser atendida por você. Dinheiro não é problema.”</em></p>



<p>Mas que, no final do mês, se perguntam se eu estou transformando elas o suficiente e se questionam: <em>“Estou pagando caro e nada está acontecendo.”</em></p>



<p>Dentro de um consultório terapêutico, quando uma das partes (seja cliente, seja terapeuta, sejam os dois!) entende que o dinheiro que essa pessoa está pagando pela consulta deveria garantir sua transformação pessoal, a relação terapêutica não acontece.</p>



<p>O que nunca fica claro para terapeutas e pacientes, nesse espaço mercantilizado (em que tudo é mercado e mercadoria), é que não é a quantia de dinheiro paga por sessão que vai realmente transformar um cliente.</p>



<p>Tenho amigos terapeutas que tem medo de cobrar um valor justo pelo seu trabalho porque não acham que vão entregar a transformação que a pessoa deseja. Eles não entendem que terapia, no contexto profissional, é como qualquer outro trabalho que ele poderia estar fazendo, que tem um custo envolvido e que precisa ser cobrado de forma adequada.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-black-color">No fim, ele não sabe o que o cliente está pagando e não deixa isso claro para quem o contrata.</mark></strong></p></blockquote>



<p>O que um cliente paga quando contrata um profissional de saúde mental é o tempo e o conhecimento desse terapeuta para <strong><em>FACILITAR e ACELERAR seu próprio processo, decidido e nutrido pelo próprio cliente</em></strong>. O terapeuta tem liberdade de dizer para quem o procura o preço que cobra pelo seu investimento para estar ali de forma segura e inteira (seus custos de vida, seu prazer e lazer pessoal, seus estudos e seu desenvolvimento profissional contínuo), mas esse preço NUNCA será entregue na transformação pessoal do cliente, pois esta é responsabilidade pessoal e intransferível do cliente.</p>



<p>Eu sou muito a favor de fazer um contrato de responsabilidade antes do início do processo terapêutico. Um papel em que fica claro para ambas as partes o que é responsabilidade e direito de cada um.</p>



<p>Se esse texto reverberou em você, compartilhe com seus clientes e colegas de profissão.</p>
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		<title>Suas compras podem estar escondendo suas dores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sara Matos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Oct 2021 13:31:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inteligência Emocional Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[compras inteligentes]]></category>
		<category><![CDATA[compras por impulso]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro e emoção]]></category>
		<category><![CDATA[finanças emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia do dinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Um ciclo de compras que prejudica sua saúde financeira sempre começa com uma dor. Talvez você esteja em uma semana difícil&#8230; talvez você não goste do seu trabalho&#8230; talvez você sinta que não pode deixar uma relação&#8230; Independente do que esteja acontecendo, há uma dor real acontecendo no momento presente. Ninguém consegue viver com dor&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um ciclo de compras que prejudica sua saúde financeira sempre começa com uma dor. Talvez você esteja em uma semana difícil&#8230; talvez você não goste do seu trabalho&#8230; talvez você sinta que não pode deixar uma relação&#8230; Independente do que esteja acontecendo, há uma dor real acontecendo no momento presente.</p>



<p>Ninguém consegue viver com dor o tempo todo. Então, a dor sentida precisa ser solucionada. A solução precisa trazer alívio e restauração do prazer de viver.</p>



<p>A necessidade de trazer alívio faz o corpo buscar por soluções. É aqui que acontece o impulso de compras, principalmente se previamente você já teve alívio ou prazer ao aliviar a dor com essa solução. Quantas vezes você estava triste e seus pais te deram presentes? Quantas vezes você não queria abraçar aquele tio ou primo mais velho, mas ela te dava dinheiro? Entenda que essa programação é muito antiga.</p>



<p>Primeiro a dor, depois a necessidade de solução, ativando um mecanismo de alívio e prazer através da compra. Só que seu cérebro é programado para compreender o que está acontecendo com você e ele começa a encontrar argumentos racionais que justificam aquela compra. Você precisa de um docinho, de uma bolsa nova, de um sapato e assim por diante&#8230;</p>



<p>Acontece que, assim que o prazer passa, você se sente culpada e arrependida da compra. Seja porque essa compra estava fora das suas possibilidades financeiras, seja porque a compra não resolveu a dor e você ainda precisa de uma solução para ela.</p>



<p>Claro que, depois de perceber como você gastou demais nesse mês e isso pode ter comprometido seu orçamento, você entra no ciclo de recriar suas metas financeiras e promessas. Até que&#8230;</p>



<p>A dor volta e você continua no mesmo padrão. E as compras que eram por impulso vão, ao longo do tempo gerando compulsão e você sente que perdeu o controle.</p>



<p>É isso que acontece com você:</p>



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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:100%">
<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://saramatos.com.br/wp-content/uploads/2021/10/9.jpg" alt="Ciclo de compras por impulso: primeiro você tem uma dor, que gera um desejo de alivio ou prazer, depois vem o desejo de comprar para aliviar a dor, para então você encontrar argumentos racionais que justificam a compra. Depois da compra, você se culpa por ter comprado, principalmente se as compras foram além do seu limite financeiro. Por ultimo, você se promete não fazer mais isso até sentir a dor de novo e o ciclo recomeçar." class="wp-image-1742" width="500" height="750" srcset="https://saramatos.com.br/wp-content/uploads/2021/10/9.jpg 1000w, https://saramatos.com.br/wp-content/uploads/2021/10/9-200x300.jpg 200w, https://saramatos.com.br/wp-content/uploads/2021/10/9-683x1024.jpg 683w, https://saramatos.com.br/wp-content/uploads/2021/10/9-768x1152.jpg 768w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure></div>
</div>
</div>



<p>Existe uma saída para quebrar esse ciclo. Olhar o que soluciona de verdade essa dor e liberar suas compras para criar para você um padrão de abundância e não de solução de suas dores.</p>



<p>Se essa informação tem riqueza e pode ajudar outras mulheres, te convido a compartilha-la.</p>
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		<title>Abra seus olhos e veja seu dinheiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sara Matos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Oct 2021 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[emoção]]></category>
		<category><![CDATA[mente]]></category>
		<category><![CDATA[Terapias]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro emocional]]></category>
		<category><![CDATA[o lado emocional das finanças]]></category>
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		<category><![CDATA[sara matos psicóloga]]></category>
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					<description><![CDATA[Toda transformação de uma mulher com suas finanças passa, necessariamente, por uma fase muito importante: acordar pra necessidade de finalmente olhar para seu dinheiro e sua vida financeira. Mas, infelizmente, o primeiro lugar onde elas vão é para lugares que dão a ela conhecimento técnico sobre finanças achando que só isso vai resolver. Então usam&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Toda transformação de uma mulher com suas finanças passa, necessariamente, por uma fase muito importante: acordar pra necessidade de finalmente olhar para seu dinheiro e sua vida financeira.</p>



<span id="more-1719"></span>



<p>Mas, infelizmente, o primeiro lugar onde elas vão é para lugares que dão a ela conhecimento técnico sobre finanças achando que só isso vai resolver. Então usam planilhas que são vendidas como as melhores do mercado, cursos sobre investimento financeiro que desmistificam como investir de forma inteligente, e tudo isso faz parte, mas não resolve.</p>



<p>Sabe porquê?</p>



<p>Porque a base dos problemas financeiros de uma mulher não está na falta de conhecimento técnico, e sim nas emoções e assuntos internos inacabados que ela projeta e deseja inconscientemente que o dinheiro resolva.</p>



<p>Inconscientemente? Sim.</p>



<p>Achamos que TER cada vez mais dinheiro resolve nossas questões de vida.</p>



<p>Eu converso mulheres que ganham bem mas não sabem para onde seu dinheiro foi; que gostariam de ganhar mais dinheiro, mas tem medo de ter tanto &#8220;poder&#8221; nas mãos, que escondem suas vidas financeiras, que travam e paralisam diante do dinheiro e, para não sentir isso, entregam para seus cônjuges a gestão financeira dos bens. Elas se convencem o tempo todo que não sabem fazer contas&#8230; que não sabem lidar com dinheiro&#8230; quando na verdade elas tem muito medo do dinheiro.</p>



<p>E sabe porquê? Porque uma mulher que não transforma o medo de lidar com suas finanças continua com relacionamento infantil com ele e uma visão infantil da vida. O dinheiro faz parte da vida adulta de uma mulher, sendo ela trabalhadora ou não.</p>



<p>E o que é um relacionamento adulto com o dinheiro?</p>



<p>É quando você pode olhar para ele e dizer: &#8220;você é minha responsabilidade e eu cuidarei de você&#8230;&#8221;</p>



<p>E é por aqui que vamos começar&#8230; vou te mostrar formas de se relacionar com o dinheiro que são adultas e que são infantis, e você vai poder começar a despertar para a importância de mudar a forma como você se comporta quando o assunto é dinheiro.</p>
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		<title>Tire suas máscaras e seja você mesmo!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sara Matos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2017 17:26:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[emoção]]></category>
		<category><![CDATA[benefícios]]></category>
		<category><![CDATA[foco]]></category>
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		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde que comecei meu caminho dentro da psicologia, minha busca por autoconhecimento se tornou minha meta pessoal. Considero todas as pessoas com quem convivo profissional ou socialmente meus mestres nessa minha busca pelo conhecimento pleno de quem eu sou. Aprendo com todos e cada um que se chega me mostra um lado diferente meu que&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>Desde que comecei meu caminho dentro da psicologia, minha busca por autoconhecimento se tornou minha meta pessoal. Considero todas as pessoas com quem convivo profissional ou socialmente meus mestres nessa minha busca pelo conhecimento pleno de quem eu sou. Aprendo com todos e cada um que se chega me mostra um lado diferente meu que eu preciso conhecer, compreender e amar. Lembro que um dos primeiros choques que tive nesse caminho foi quando percebi todas as máscaras que eu vestia. Mas não só eu! Minha percepção se ampliou e vi que todos usavam máscaras que escondiam suas histórias. Me perguntava se realmente era necessário usarmos tantas camadas, escondermos nossa essência, nossas dores, quem éramos. Quando comecei, acreditava mesmo que precisava delas para poder conviver com o outro. Caso contrário, seria insuportável viver em sociedade. Hoje me questiono: será?</div>
<div></div>
<p><span id="more-364"></span></p>
<div>Uma Persona era uma máscara utilizada no teatro grego clássico para dar significado aos papéis interpretados pelos atores, muitas vezes fazendo com que um mesmo ator encenasse vários papéis diferentes em uma mesma peça. Jung usou essa mesma palavra para nomear um arquétipo que descreve o comportamento de um indivíduo perante um grupo social com o intuito de adaptar-se ao meio em que vive. É a forma como nos colocamos diante dos outros, que vai desde a expressão física como roupas, adornos e objetos, até os papéis sociais que assumimos e a forma como nos expressamos nas nossas relações. Para Jung, é uma parte importante da nossa estrutura psíquica, necessária para manter nossas relações sociais harmônicas até determinado nível. Quem nunca foi a uma entrevista de emprego nervoso, mas pareceu calmo e tranquilo? Ou foi fazer uma apresentação de projeto para um grupo de pessoas importantes e precisou passar a impressão de estar seguro e confiante? Quem não teve que mudar a forma de se vestir para se adaptar a um emprego novo, uma cidade nova, uma família com costumes diferentes? Vou até mais longe… Quem nunca disse para alguém “nossa! que prazer em ver você!”, mas na verdade estava o pensando “que chata essa pessoa é!”? Tudo isso são máscaras (personas, papéis) que usamos para manter equilibrada e harmônica nossa vida social.</div>
<div></div>
<div>Bom, já que é tudo para manter minha vida social sem stress, então não há problemas em usar máscaras, certo? Hmmm… Errado. O problema não é usar as máscaras ou vestir personas para lidar com algumas situações específicas, mas achar que você É a máscara. Quando não nos conhecemos, não sabemos quem somos na nossa essência, nos misturamos muito fácil com os papéis que desempenhamos. Deixamos de ser nós mesmos para sermos o papel que representamos. Vou dar o exemplo de um oficial das forças armadas. Se esse papel é exercido por alguém que sabe que deve usá-lo sob certas circunstâncias e locais, ele usa a persona de uma forma saudável. Porém, se esse oficial usa as mesmas características do papel em outras partes da sua vida (ou seja, ele é oficial das forças armadas até com sua família e amigos), isso pode trazer dor, angústia e sofrimento para ele e para quem convive com ele.</div>
<div></div>
<div>O mesmo acontece com nossas emoções! Estamos constantemente sendo lembrados que precisamos ser felizes, alegres, positivos. Ou melhor, precisamos parecer e agir como se fossemos felizes o tempo todo. Se um dia acordamos de mau humor ou tristes por um motivo conhecido ou não, somos chamados de ranzinzas ou pessimista. Então, preferimos usar a máscara de &#8220;feliz&#8221; por medo de sermos julgados como &#8220;emotivos&#8221; ou &#8220;fracos&#8221; ou por acharmos que &#8220;nossa dor vai estragar o dia do outro&#8221;, reforçando a máscara de bem estar. Claro que falar sobre uma dor traz uma sensação de vulnerabilidade que não estamos acostumados a lidar. É necessário que saibamos a melhor hora e escolhamos a pessoa mais adequada para ouvir de forma amorosa e acolhedora sobre nossos sentimentos, para que não nos sintamos fragilizados em demasia. Aos poucos, é possível trabalhar essa dor, tirar a máscara e ser genuinamente feliz.</div>
<div></div>
<div>Quando confundimos quem somos com o papel que desempenhamos, acreditamos mesmo que somos essa persona e deixamos de lado quem somos de verdade! Isso traz malefícios para nossa saúde emocional que duram até o momento que decidimos não mais usá-la. Cansa usar máscaras o tempo todo. Quando percebemos isso e deixamos que ela se vá, traz alívio enorme. Porém precisamos entender que não basta só não ser o papel, é necessário conhecer a si mesmo para não voltar a velhos padrões. Nesse sentido, o processo de psicoterapia é de grande importância, pois permite que você conheça melhor a si mesmo, dando ferramentas para que você possa perceber que não é sua persona, e também te ajuda a compreender que ainda assim pode usá-la de forma saudável e sem peso.</div>
<div></div>
<div>Falei no começo do texto que me questionei bastante sobre as máscaras. Um sonho que tive me fez ver o quanto elas doíam em mim. Há anos atrás, logo quando comecei a buscar me conhecer, sonhei que me olhava no espelho e percebia que eu usava uma máscara. Tirava ela e via como meu rosto estava cheio de feridas por baixo. Lembro que no sonho eu só me olhava daquela forma e pensava “que bom! agora vou poder curar minhas feridas!”. Sem máscaras, somos muito mais autênticos em nossas relações e podemos deixar para usar uma persona ou outra quando necessário. Apenas quando necessário, e sem esquecer quem somos de verdade na nossa essência.</div>
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			</item>
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		<title>Violência psicológica: saiba como identificar</title>
		<link>https://saramatos.com.br/2017/03/08/violencia-psicologica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Sara Matos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2017 13:14:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[corpo]]></category>
		<category><![CDATA[mente]]></category>
		<category><![CDATA[emoção]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[feminino]]></category>
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		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando uma mulher é agredida fisicamente, há uma chance enorme de que o agressor seja punido. Afinal, existe lei que protege a mulher nos casos em que ela sofre violência (de qualquer tipo). E a prova cabal da agressão, muitas vezes, é visível, ficando mais fácil de provar a culpa e prender o agressor. Não&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando uma mulher é agredida fisicamente, há uma chance enorme de que o agressor seja punido. Afinal, existe lei que protege a mulher nos casos em que ela sofre violência (de qualquer tipo). E a prova cabal da agressão, muitas vezes, é visível, ficando mais fácil de provar a culpa e prender o agressor. Não quero, de verdade, falar que agressão física é algo já amplamente discutido (vamos combinar que não é…), até porque tantas morrem por causa disso. Um homem que se sente “dono” de uma mulher é capaz de tudo para proteger sua “propriedade”. Se for preciso matar para “proteger”, então que seja!</p>
<p><span id="more-376"></span>Mas precisamos trazer a tona a violência psicológica, porque, por ser mais sutil, é mais difícil de ser desmascarada. Ela é quase imperceptível a olho nu, digamos assim. Me lembro que, em 2003, li o conto do Barba Azul, no livro <em>Mulheres que correm com os lobos</em>, e me peguei pensando em quantos “Barba Azul” eu e as mulheres ao meu redor haviam conhecido e se relacionado. Homens que encantam, cortejam, sorriem; são encantadores e charmosos quando conhecemos (pelo menos achamos que sim). Vem aquela voz, lá no fundo, dizendo que é meio esquisito um homem com uma “barba azul”. Mas “ele me chamou pra sair”… “ele é inteligente”… “ele se veste bem”… “ele me trata bem”… Pouco objetivos são os argumentos que, nessa hora, encontramos pra aceitar esse homem. Aos poucos, vamos abafando a voz daquela sábia mulher que mora dentro de nós, que nos pede para enxergar melhor e não aceitar esse homem. Depois de um tempo, ele começa a mostrar suas cores reais e a testar seus limites, bem devagar.</p>
<p>Imagine a seguinte conversa:</p>
<p>Mulher: “Eu achei que meu cabelo ficou ótimo!”</p>
<p>Homem (rindo bastante): “Nossa, você parece um macaco com esse cabelo!”</p>
<p>Mulher: “Oi?!”</p>
<p>Homem (continua rindo): “Entenda… Isso foi um elogio! Eu adoro macacos…”</p>
<p>Nesse ponto, olhando de fora podemos achar que a atitude mais sensata seria correr para bem longe desse homem. Sim é, mas nem todas fazem isso e é a partir dessas pequenas falas que homens assim vão minando nossa autoestima, nosso autoamor. Afinal, eles nos amam, nos querem bem, só não sabem escolher as palavras certas para nos elogiar, não é? Hmmm… Não. Até porque, quando era para conquistar, ele sabia elogiar. Em pouco tempo, sem que você perceba, ele começa a desmerecer suas escolhas, seu trabalho, seus amigos, seus familiares e tudo a sua volta, até você começar a se questionar se você realmente tem algum valor como mulher, como ser humano. A tendência dessa mulher, depois de despida de seu próprio valor, é aceitar essa situação, chegando a acha-la NORMAL. Já ouvi as frases: “ruim com ele, pior sem ele”; “se não for ele, vai ser outro… então vou ficar com o que já conheço!”; e o que, pra mim, mostra o grau de violência e abuso que essa mulher passou na vida e não sabe mais quem ela é e o amor que ela merece: “é só o jeito dele de demonstrar amor! é diferente e eu até já me acostumei… não tem nada demais nisso…”.</p>
<p>A partir dessas falas, fica claro ver como é difícil identificar e denunciar uma relação psicologicamente abusiva. O físico é visível e inquestionável; o emocional é tratado como etéreo e altamente subjetivo. Afinal quem te garante que não é tudo coisa da sua cabeça? Será que você não está vendo demais? Será?</p>
<p>Se ainda assim você não sabe identificar uma violência psicológica, vão algumas situações que ajudam a esclarecer o assunto:</p>
<p>– O outro quer determinar como você deve se vestir, se portar, comer ou se expressar;</p>
<p>– O outro critica tudo o quer você faz.. nada está bom ou é o suficiente;</p>
<p>– Suas relações afetivas são desqualificadas, sejam elas de amigos ou familiares;</p>
<p>– Seu corpo é criticado de forma ostensiva em tom de “brincadeira”;</p>
<p>– Você pode até não ser xingada em público (ele nunca iria manchar sua reputação de bom homem), mas não se preocupe que ele dará um jeito de te mostrar como você está passando dos limites. Dele.</p>
<p>Ouço sempre muitas histórias de mulheres que lutam pelo seu lugar no mundo. Alguns relatos são de mulheres independentes, trabalhadoras incansáveis e com uma carreira brilhante mas que acabam no lado pessoal tendo relações emocionais frágeis e abusivas, que abalam sua auto-estima. E isso acontece muitas vezes porque a pessoa não sabe que sofre abuso emocional, ou mesmo tem esta percepção mas não sabem como deixar esta relação doentia.</p>
<p>Toda mulher tem uma voz interior, uma guia sábia que pode lhe mostrar que todos merecem ter uma relação saudável e feliz. Esta voz quer que você saiba que você pode, a qualquer momento, tomar sua vida em suas mãos e escolher o lado do amor, do auto-amor. Com sabedoria ancestral, ela vai te guiar sabiamente no retorno ao caminho da plenitude.</p>
<p>Se você tem dificuldade de ouvir esta voz, saiba que não está sozinha. Não hesite em procurar ajuda, seja de alguém em quem você confie muito, um parente próximo ou de um psicoterapeuta que pode te ajudar a encontrar o caminho da sua plenitude para que você possa se libertar e caminhar plenamente com liberdade e amor.</p>
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		<title>O que te impede de voar mais alto? pt. 3</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sara Matos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2017 15:12:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[mente]]></category>
		<category><![CDATA[crenças limitantes]]></category>
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					<description><![CDATA[Nas últimas semanas, começamos um bate papo sobre crenças com uma reflexão sobre os motivos que levam uma empresa a falhar (link) e também apresentamos a forma como essas crenças agem (link). Agora, vamos começar a diferenciar duas crenças que regem nossa vida: as crenças limitantes e as crenças facilitadoras. Existem crenças limitantes e crenças&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>Nas últimas semanas, começamos um bate papo sobre crenças com uma reflexão sobre os motivos que levam uma empresa a falhar (link) e também apresentamos a forma como essas crenças agem (link). Agora, vamos começar a diferenciar duas crenças que regem nossa vida: as crenças limitantes e as crenças facilitadoras.</div>
<div></div>
<p><span id="more-349"></span></p>
<div>Existem crenças limitantes e crenças facilitadoras. Acho que já dá para perceber que a “pedra amarrada na perna” que impede tanta gente de voar está relacionada diretamente às crenças limitantes. É aquela voz que te fala que você deveria voltar ao antigo emprego que você não gosta porque você não conseguirá empreender sozinho, mesmo que esse seja seu sonho. Há uma crença muito forte embutida nessa frase, que pode ser a crença de que “eu não consigo”, “prefiro o certo ao duvidoso”, “arriscar pode me custar um preço muito alto”, “não dá pra viver de sonho&#8221; ou até mesmo “não me sinto capaz de viver meu sonho”. Essa crença gera uma série de pensamentos de “como era bom quando eu tinha um salário fixo todo mês”, “cansei dessa dificuldade que é empreender e vou arrumar um emprego… não dá pra viver de sonho!&#8221; e esse pensamento gera uma ação de ser procurado e contratado para um novo emprego que você não gosta, que gera um resultado de frustração e ressentimento. Ficou claro como crenças limitantes sabotam nossa vida? Então vamos prosseguir para a próxima crença&#8230;</div>
<div>
<div></div>
<div>Se a crença limitante é uma pedra, a facilitadora é uma mola que nos dá impulso para irmos mais longe. Agora tente imaginar a situação anterior de uma outra forma… Você tem um sonho de empreender e decide dar o primeiro passo. Tem uma voz dentro de você te apoiando, incentivando, te convidando a pular! Sabe quando vamos fazer algo e tudo dá certo apesar dos percalços? Isso quer dizer que existem crenças de “eu posso”, “eu consigo”, “eu mereço realizar meu sonho”, “eu sou capaz de superar dificuldades” e tantas outras operando no nosso sistema. Essas crenças dão origem a pensamentos de “a grana está curta esse mês, mas eu vou pensar em algo para me ajudar a contornar isso… não vou desistir!” que geram ideias e ações para contornar a dificuldade, que geram um resultado positivo que reforçam a crença inicial.</div>
</div>
<div></div>
<div>Como identificar qual crença está operando em cada momento da sua vida? Aqui vai um exercício bem simples… Sente-se de forma confortável em uma cadeira, feche os olhos e respire bem fundo algumas vezes. Quando você estiver preparado, traga à memória uma situação que houve alguma dificuldade que você não superou. Depois de identificada, reviva ela de trás pra frente na sua mente com os olhos ainda fechados. Veja qual ação você tomou… veja qual pensamento &#8211; ou sequência de pensamentos &#8211; você teve. Veja se alguma emoção também esteve presente… Agora, volte mais um pouco e tente encontrar a crença que originou isso. Existia alguma verdade incontestável no seu sistema que originou tudo isso? Se você encontrar, parabéns! Você trouxe à consciência uma parte importante do seu sistema e agora pode modifica-lo conscientemente mudando seu padrão de pensamento-ação-resultado (veja mais sobre isso no <a href="https://saramatosblog.wordpress.com/2017/02/09/o-que-te-impede-de-voar-mais-alto-pt-2/">artigo anterior</a>)! Se não encontrar, tente encontrar situações similares e veja se você encontra algum padrão operando aí… Agora faça o mesmo exercício novamente, trazendo à memória uma situação que você superou e perceba quais crenças facilitadoras estavam envolvidas.</div>
<div></div>
<div>Com esse exercício, você pode identificar crenças facilitadoras e usá-las para modificar seus pensamentos, ações e resultados quando você sentir que crenças limitantes estão te impedindo de voar mais alto. Essa é uma das muitas ferramentas disponíveis para modificar crenças. Além dessa, é possível usar PNL, ThetaHealing ou um processo terapêutico mais aprofundado para encontrar aquelas que estão enraizadas no sistema e transformá-las.</div>
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		<title>O que te impede de voar mais alto? pt. 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sara Matos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2017 14:08:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[emoção]]></category>
		<category><![CDATA[mente]]></category>
		<category><![CDATA[crenças limitantes]]></category>
		<category><![CDATA[mudança de paradigmas]]></category>
		<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[Tenho conhecido pessoas com sonhos e desejos lindos, capazes de ir além do que imaginam. Pessoas com recursos financeiros e, principalmente, emocionais e comportamentais disponíveis para serem bem sucedidas onde quer que estejam, no que quer que façam. Ainda assim, parecem que elas tem uma pedra amarrada na perna que as impede de voar. Já&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>Tenho conhecido pessoas com sonhos e desejos lindos, capazes de ir além do que imaginam. Pessoas com recursos financeiros e, principalmente, emocionais e comportamentais disponíveis para serem bem sucedidas onde quer que estejam, no que quer que façam. Ainda assim, parecem que elas tem uma pedra amarrada na perna que as impede de voar. Já se sentiu assim?</div>
<div></div>
<p><span id="more-345"></span></p>
<div><a href="http://www.bonsucessomt.com.br/imagens/AGUIAEAGALINHA.pdf">Há uma história</a> de um homem que capturou uma águia ainda filhote e a criou em um galinheiro. Ela agia como uma galinha porque, como ela havia crescido junto delas, acreditava sinceramente que era uma galinha. Um dia, o homem resolveu libertar a águia. Foi até o teto e soltou o animal, que não agiu conforme sua natureza e caiu no chão sem voar. O homem entendeu que enquanto a águia vivesse no galinheiro, continuaria acreditando que pertencia àquele lugar. Então, ele levou a águia até o cume de uma montanha, no nascer do sol. Deixou que os raios do sol, o vento e todo aquele imenso céu azul despertassem na águia sua natureza real. Quando achou que já era hora,  jogou-a no ar para que voasse. Imediatamente ela lembrou quem ela era e voou para não mais voltar.</div>
<div></div>
<div>Parece uma história boba, mas entenda que ela mostra o poder de uma crença em alguém. Segundo a Wikipedia, crença é <i>&#8220;o estado psicológico em que um indivíduo detém uma proposição ou premissa para a verdade, ou ainda, uma opinião formada ou convicção”</i>; são ideias e percepções tidas como verdades absolutas por alguém. Todos temos crenças&#8230; verdades absolutas e irrefutáveis que orientam nossa vida mais do que imaginamos.</div>
<div></div>
<div>Existe uma frase famosa atribuída ao Henry Ford que diz: <i>“se você pensa que pode ou pensa que nã</i><i>o pode; de qualquer forma você está certo!”</i>. Cada sistema de crenças produz pensamentos que geram uma ação e chegam em um resultado. Nem sempre este círculo ou circuito está no nível consciente, mas o que é importante saber é que ele pode ser quebrado desde que mexamos em uma de suas partes. Podemos interferir no resultado modificando a ação, e agindo diferente modificamos a forma como pensamos e assim, pensando diferente, modificamos nossas verdades absolutas.</div>
<div></div>
<div>Muitas das crenças que temos chegaram até nós em forma de ditados populares. Um exemplo desse sistema de crenças que está no coletivo é a que “lugar de mulher é em casa, cuidando da família”. Outras são criadas em nossas famílias e passadas de geração para geração. Algumas são inseridas em nossas vidas a partir da nossa própria experiência pessoal. Já conversei com pessoas que tinham crenças pessoais que faziam com que elas acreditassem que não tinham valor, que não mereciam ser amadas ou que tudo o que elas fizessem daria errado. Ou, ao contrário! Crenças que tornavam as pessoas mais resilientes, pois acreditam que “dias melhores virão” ou que “depois da tempestade vem sempre a bonança”. Tudo isso são crenças que nos ajudam ou nos travam na hora de empreender.</div>
<div></div>
<div>Você conhece suas crenças mais profundas? O que nos trava de viver nosso potencial está dentro de nós. Nossa mente é capaz de criar um paraíso ou um inferno. Saiba que é possível mudar isso. Se quiser, compartilhe conosco as crenças que você tinha e que conseguiu superar! No próximo texto, falarei um pouco mais sobre dois tipos de crenças: as limitantes e as facilitadoras.</div>
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		<title>O que te impede de voar mais alto? pt. 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sara Matos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jan 2017 14:03:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[mente]]></category>
		<category><![CDATA[benefícios]]></category>
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		<category><![CDATA[propósito de vida]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia]]></category>
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					<description><![CDATA[Outro dia, li um artigo que listava os motivos pelos quais 200 startups falhavam e o resultado me intrigou. Penso nesse assunto com alguma constância, afinal quando começamos um novo negócio queremos que ele dê certo, não é? Porém estatísticas mostram que 9 em cada 10 startups fecham no Brasil e precisamos entender o porquê. No artigo&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>Outro dia, li <a href="http://qz.com/682517/after-analyzing-200-founders-postmortems-researchers-say-these-are-the-reasons-startups-fail/?utm_source=pocket&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=pockethits">um artigo que listava os motivos pelos quais 200 startups falhavam</a> e o resultado me intrigou. Penso nesse assunto com alguma constância, afinal quando começamos um novo negócio queremos que ele dê certo, não é? Porém estatísticas mostram que <a href="http://www.infomoney.com.br/negocios/startups/noticia/3506090/abrir-uma-startup-nao-tao-facil-como-parece-acabam-fechando">9 em cada 10 startups fecham no Brasil</a> e precisamos entender o porquê.</div>
<p><span id="more-338"></span></p>
<div>No artigo que li, pesquisadores analisaram os motivos que os fundadores das startups deram para o fechamento de suas empresas e os três principais foram: 1. modelo de negócio inviável; 2. acabou o dinheiro; e 3. pouca tração/força para crescer. São três motivos reais, que acontecem todos os dias, mas me pergunto será que é só isso mesmo? Um dos dados que mais me intrigou é que startups que receberam aporte/investimento de mais de 1milhão de dólares, chegando ao montante de 10milhões de dólares, falharam principalmente porque faltou dinheiro. Aqui no Brasil, <a href="http://revistagestaoenegocios.uol.com.br/gestao-motivacao/48/artigo273388-1.asp/">segundo o IBGE </a>, 49% das empresas fecham em até 3 anos de existência por problemas de gestão: falta de planejamento, não acompanhar a rotina diária, falta de controle de fluxo de caixa, não gerir eficientemente a marca, dentre outros. Não sei vocês, mas eu fico com uma pulga atrás da orelha quando vejo essas estatísticas e questiono se o real motivo não está além do que podemos ver no mundo tangível.</div>
<div></div>
<div>Todos os motivos levantados envolvem ferramentas ou técnicas que podem ser aprendidas e/ou delegadas para alguém da equipe. O que nenhum artigo ou pesquisa fala é sobre o “ponto cego” de toda essa experiência: a fonte de onde se origina nossa atenção e ação, nosso mundo interior. É o que acreditamos, sentimos e pensamos que acaba fazendo a diferença entre o “sucesso&#8221; e o “fracasso&#8221;. Inclusive coloquei essas duas palavras em aspas porque até a definição de um e de outro e a forma como experienciamos um e outro depende do que acreditamos, do nosso sistema de crenças.</div>
<div></div>
<div>Pare, respire e reflita sobre essas perguntas: o que te impede HOJE de voar mais alto? O que te prende no chão? Como suas emoções, sentimentos e, principalmente, o que você acredita ser verdade estão influenciando sua carreira, sua empresa, sua vida?</div>
<div></div>
<div>Compartilhe conosco suas reflexões, pois no próximo texto falarei um pouco mais sobre crenças e como elas agem no nosso dia-a-dia.</div>
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		<title>Desmistificando a resiliência</title>
		<link>https://saramatos.com.br/2016/12/13/desmistificando-a-resiliencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Sara Matos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2016 18:04:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[corpo]]></category>
		<category><![CDATA[emoção]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
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		<category><![CDATA[resiliência]]></category>
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					<description><![CDATA[Todas as vezes que penso em resiliência, me vem à mente aquela música antiga: “reconhece a queda e não desanima… levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima!”. Quem nunca, certo?! Sempre me perguntei se eu era resiliente, se eu conhecia pessoas verdadeiramente resilientes e, principalmente, como poderia me capacitar para passar por&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>Todas as vezes que penso em resiliência, me vem à mente aquela música antiga: <i>“reconhece a queda e não desanima… levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima!”</i>. Quem nunca, certo?! Sempre me perguntei se eu era resiliente, se eu conhecia pessoas verdadeiramente resilientes e, principalmente, como poderia me capacitar para passar por situações que me tiram do meu equilíbrio e voltar ao meu estado natural de ser.</div>
<p><span id="more-296"></span></p>
<div>Resiliência é um termo emprestado da Física que vem sendo estudado na psicologia nos últimos 20 ou 30 anos. Na Física, diz que um material é resiliente quando ele, após passar por uma tensão ou ser estressado, volta ao seu estado anterior sem maiores deformações. É a capacidade de acumular energia em sua massa e depois liberá-la para voltar ao seu estado anterior que torna um material mais resiliente que outro. Elástico, vara de salto em altura, molas e outros materiais se encaixam nesse conceito.</div>
<div></div>
<div>Na psicologia, é a capacidade de um indivíduo de lidar com adversidades, superar obstáculos e/ou passar por períodos de stress ou pressão sem entrar em surto psicológico. Ou seja, a resiliência é a capacidade que temos de lidar com os problemas que aparecem sem nos perdermos nas emoções que vão surgindo, sempre voltando a um estado de plenitude e centramento após o momento de tensão.</div>
<div></div>
<div>Eu acredito que todos somos resilientes em maior ou menor grau, afinal se não fosse assim, teríamos nossa habilidade de aprender seriamente comprometida. Aprender algo novo é estressante, pode ser frustrante e desanimador, mas se sabemos lidar com o novo de forma resiliente, continuamos. Tenho sentido que começar uma empresa minha está colocando minha resiliência à prova. Como? As emoções que vem surgindo desde dezembro tem sido intensas e profundas, mas também são ao mesmo tempo enriquecedoras e me levam a um patamar novo de consciência que eu provavelmente não teria se não tivesse começado isso tudo.</div>
<div></div>
<div>No meio da turbulência de pensar na parte prática de se montar um negócio, começam a surgir pensamentos de “será que esse é o melhor momento para isso? não deveria esperar passar a ‘crise’ para começar?”. Dizem que se uma empresa conseguir sobreviver ao seu primeiro ano de vida, ela tem forças para ir além. Eu digo que o empreendedor que supera a barreira do primeiro ano empreendendo sem se abater, tem muito mais chances de ter sucesso em um negócio que qualquer outra pessoa. Para isso, é necessário resiliência.</div>
<div></div>
<div>Primeiro ponto a ser considerado é que, como falei um pouco antes, eu acredito que todo mundo é resiliente. Algumas pessoas voltam mais rápido ao seu estado natural após um período de estresse, outras mais lentamente. Essa velocidade será muito mais influenciada pela forma como você aprendeu a lidar com problemas e pelas suas crenças pessoais do que pelo problema em si.</div>
<div></div>
<div>Segundo ponto é que já se sabe, hoje, que não existe somente um tipo de resiliência. Em pesquisa recente feita nos EUA, foram mapeados três tipos: a resiliência de resistência, onde uma pessoa se mantém em equilíbrio diante de um problema ou situação de tensão; a resiliência de recuperação, na qual uma pessoa recupera seu equilíbrio, voltando ao estado emocional em que ela se encontrava antes do período de tensão ou problema; e a resiliência de reconfiguração, que é aquela que traz mudanças para a vida de uma pessoa após um período de adversidade e normalmente acontece após um evento traumático.</div>
<div></div>
<div>Terceiro ponto é que resiliência, como muitas outras habilidades, pode ser aprendida e desenvolvida ao longo da vida. Eis aqui um exercício que você pode fazer sozinho para desenvolver essa habilidade. Quando você estiver passando por um período de intenso estresse, sente-se confortavelmente em uma cadeira (ou no chão, se preferir) com a coluna ereta e observe alguns de seus pensamentos de forma intencional. Observe que tipo de mensagens você está enviando para si mesma durante o período de tensão… Não consegue lidar com isso? Está com medo? Acha que não vai aguentar? E como você se vê resolvendo esse problema? É insolúvel? A solução que você encontrou é a mesma que você implementa sempre? Ou você consegue pensar em uma nova saída? Ao fazer isso, você se torna consciente de seus pensamentos limitantes e exercita sua capacidade de encontrar novas soluções para seus problemas, fortalecendo sua habilidade de voltar a um estado calmo e centrado como o que você vivenciava antes da questão aparecer.</div>
<div></div>
<div>É impossível não termos problemas e períodos de estresse, mas é possível sim nos recuperarmos cada vez mais rápido das intempéries da vida, reconhecendo nosso estado interior naquele momento e tornando nosso diálogo interno consciente para que passemos a enviar mensagens cada vez mais positivas para nossa mente e corpo.</div>
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